E o invisível continua me saltando aos olhos, sempre que falta luz
E o importante se torna supérfulo, e a lembrança me traz de volta a promessa
E sei que o que prometi é muito pra mim, não conseguirei cumprir
Que bom que a dádiva da falta de me memória me tira lembrança da promessa,
Assim experimento o alívio temporário, até a cobrança da consciência
Até o fim do prometido e o recomeço da promessa.